Escola Dominical - Perseguição Atos 4.1-22
8. Pedro e João Diante do Sinédrio (Atos 4:1 -22)
Parece que João, como também Pedro, falavam à multidão, quando as autoridades intervieram. Mas haviam falado o suficiente para uma apresentação eficaz do evangelho (cp. v. 4). O capitão do templo, isto é, "o comandante da guarda" (cp. 5:24, 26; RSV Neemias 11:11; Jeremias 20:1; 2 Macabeus 3:3; Josefo, Antigüidades 20.125-133; Guerras 6.288-309), não só era sacerdote, como ocupava o segundo posto na hierarquia, logo abaixo do sumo sacerdote. Cabia-lhe a supervisão geral do culto e do pessoal que trabalhava no templo. Outros oficiais estavam sob seu comando (cp. Lucas 22:4, 52), cada um dos quais chefiava um pelotão de polícia do templo, com a responsabilidade de patrulhar a área do templo, e guardar suas portas e a tesouraria.
Os saduceus constituíam uma das várias seitas em que se dividia o judaísmo daqueles dias. Eram pouco numerosos. Na maior parte, os saduceus eram constituídos das famílias dos sumos sacerdotes (veja a disc. sobre v. 6) e dos "anciãos", chefes de famílias antigas cuja tradição de liderança se perdia na longa história israelita. A seita dos saduceus desapareceu após a destruição do templo em 70 d.C.
Diferentemente dos fariseus, que atribuíam grande peso à "lei oral" — o enorme corpo de tradição e interpretação que se avolumara ao redor das Escrituras — os saduceus acreditavam que só a lei escrita tinha validade. Todavia, as diferenças entre os saduceus e os fariseus eram mais profundas do que meras questões de interpretação legal. Os saduceus estavam empenhados numa verdadeira guerra de classe, e seu objetivo final era obter o direito de ensinar e interpretar as Escrituras. Os escribas farisaicos em sua maioria não eram sacerdotes, e lutavam no sentido de obter o que sempre fora uma prerrogativa sacerdotal, enquanto os saduceus, de sua parte, viam-se como os guardiões deste antigo direito. Portanto, era vexatório para os saduceus encontrar os seguidores de Jesus — "sem letras eindoutos"(v. 13) — reivindicando também o direito de interpretar as Escrituras, fazendo-o no próprio templo, e dando apoio a uma doutrina que a hierarquia sacerdotal repudiava. É que Pedro e João estavam ensinando em Jesus a ressurreição dentre os mortos.
O objetivos desse estudo é mostrar a perseguição que sofremos quando estamos falando em nome de Jesus. Quando anunciamos o evangelho somos perseguidos e caluniados. A exemplo dos Apostolos devemos ser cheio do Espirito Santo para continuarmos nossa caminhada que é anunciar o evangelho a todo criatura e até os cofins da terra.
Resultados da pregação dos apóstolos:
Inflamou-se a hostilidade das autoridades e muitos... dos que ouviram a palavra, creram. Lucas acrescenta a isto um comentário: e chegou (lit., "tornou-se") o número desses a quase cinco mil. Ao afirmar tal fato, Lucas emprega uma palavra que em geral denota "homens" (Lucas diz: "desses"), fazendo distinção de "mulheres", sendo presumível que ele se referia a homens apenas. Entretanto, também é provável que Lucas não estivesse querendo dizer que nesse dia foram acrescentados cinco mil homens, mas que os convertidos nesse dia especial, entre os quais poderia haver mulheres, elevaram o número total de homens, entre os crentes, para cerca de cinco mil. Novamente estamos diante de uma cifra não exata.
Hoje o evangelho está sendo pregado de varias maneiras, na TV, nas igrejas, nos lares, na rádio e acredito que muitas pessoas estão sendo libertas e curadas a ponto de se converterem a Jesus. Hoje temos liberdade em falar no nome de Jesus, sendo que na texto que refletimos os apostolo não tinham.
O segredo para os apostolos não era o bom discurso, mas sim o Espirito Santo. Todos eles jejuavam, oravam a todo tempo, e com isso, eles ficavam cheio do Espirito Santo. Nós como igreja temos que aproveitar e agradecer a Deus por termos liberdde de falar de Jesus publicamente, e também não podemos esquecer que não é só de liberdade que precisamos, o que mais precisamos é essencialmente do Espírito Santo.
Outro fato importante é quando Pedro fala: “Aquele a quem vós crucificastes, mas a quem Deus ressuscitou dentre os mortos” onde se fazem referências às atividades de Deus em Jesus e mediante Jesus. Pedro afirma que Jesus é a pedra angular, e que não há salvação sem Jesus. Jesus é o único mediador entre Deus é o homem (I Tm 2.5.).
Muitos procuram a Jesus é não acha, outros acham mas não convida o para entrar no seu coração. Muitas vezes é preciso um sermão, um estudo, em apelo para entermos que Jesus está a porta de nossa casa, que somos nós mesmo, o templo do Espirito Santo. Costuma-se dizer que a porta do nosso coração possui uma massaneta que só abre por dentro. Isso quer dizer que Jesus não invade seu coração, para que ele entre, é preciso que você abra.
Percebe-se que há muitas pessoas com sede de Deus e muitas pessoas não conseguem acha-lo a ponto de abrir o coração para que Ele entre. Portanto o conhecimento e o entendimento é essencial para ter intimidade com Deus. A Bíblia Diz em (Oseias 4.6) Que o povo percece porque não conhece à Deus.
O Espirito Santo nos ajuda a conhecer a Deus e fazemos coisas que com nossos olhos não faria, mas com o ajudador, consolador, e embelezador Espirito Santo, tudo se torna possível.
Hoje é dia de despertar, a ousadia vem mediante ao Espirito Santo. Pesquisar, estudar, connhecer, entender, também é adoração a Deus. Tudo que fazemos para Deus, tende a ser o melhor, porque Ele nos enviou seu único filho para nós salvador, sendo que seu filho quando foi assentar-se com seu Pai, deixou o Espirito Santo para nos acompanhar. Portanto não estamos sozinhos, o ajudador está conosco.